Presídio de MG possui horta em que presos cultivam próprios alimentos (e plantas medicinais)

Presídio de MG possui horta em que presos cultivam próprios alimentos (e plantas medicinais)
12 maio 2016

No presídio Professor Jacy de Assis, em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, rúcula, alface, couve, repolho, espinafre, brócolis e canteiros de maracugina, erva-cidreira, capim-santo, hortelã e cebolinha são parte da rotina dos presos.

Toda essa variedade de alimentos é cultivada pelas mãos de 25 internos, que produzem mensalmente 400 caixas de legumes e hortaliças, além de plantas medicinais e aromáticas. A comida é revendida ao fornecedor de marmitas e usada para fazer as próprias refeições servidas no local.

Logo do outro lado do muro, no presídio feminino, 30 mulheres fabricam mensalmente cerca de 2.250 calças e bermudas do uniforme do sistema prisional de Minas Gerais. As peças são todas encaminhadas para o Almoxarifado Central, em Belo Horizonte, e redistribuídas a todo o Estado.

Atualmente, o presídio abriga 300 homens e mulheres, que atuam em trabalhos internos e externos – nas áreas de limpeza, manutenção e obras – para ocupar o tempo (e, de quebra, desenvolver novas habilidades).

“Nasci no mato. No final do ano, quando me aposentar, volto para o campo. Esta horta é minha paixão. Ela tem poderes para mudar a vida de muitos homens. Ninguém consegue passar por aqui e ficar imune a transformações”, diz o agente penitenciário José Francisco Pereira dos Santos, de 61 anos, que trabalha na unidade desde sua inauguração, em 1999. É dele a responsabilidade de coordenar todo o trabalho de cultivo. Deu para perceber que ele cuida com muito amor, não?



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