Nada de mandar pro aterro! No Maracanã, todo lixo produzido é compostado ou encaminhado para reciclagem – mas só nos jogos do Fluminense

Nada de mandar pro aterro! No Maracanã, todo lixo produzido é compostado ou encaminhado para reciclagem – mas só nos jogos do Fluminense
19 maio 2017

O Fluminense fechou um convênio com a cooperativa Transformando, do Rio de Janeiro, que garante que todos os jogos do time “em casa” tenham zero produção de lixo.

Isso porque, toda vez que vai jogar no Maracanã, o clube de futebol patrocina a ida dos 160 cooperados para o estádio, para que coletem 100% dos resíduos gerados durante suas partidas.

A separação do material é feita no próprio local: os resíduos secos, que podem ser reciclados, são triados por categoria, ensacados, pesados e enviados para a cooperativa, localizada no bairro do Caju. Já os resíduos orgânicos são encaminhados para compostagem no próprio estádio para serem transformados em adubo. O processo completo dura 60 dias.

Com a parceria, o estádio passa a não mais produzir lixo durante os jogos do Fluminense – aliviando os aterros sanitários – e, de quebra, gera renda para as 160 famílias da periferia do Rio de Janeiro que integram a cooperativa.

Fica a dica para os outros clubes do Rio de Janeiro que também usam o Maracanã – bem como para todos os outros times do país. Já pensou se todos os estádios do Brasil adotassem a prática?



Débora Spitzcovsky
Débora Spitzcovsky

Débora Spitzcovsky é jornalista, formada pela Universidade Metodista de São Paulo e, desde o início da carreira, atua na área da sustentabilidade. Atualmente, é analista de comunicação sobre o tema na Duratex

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