Funcionários públicos de BH agora têm horta orgânica no trabalho

Funcionários públicos de BH agora têm horta orgânica no trabalho
07 dez 2017

Mexer com a terra e cultivar mudas e plantas é uma ótima terapia para muita gente. Já pensou que bacana então praticar esse passatempo dentro do próprio local de trabalho? Pois os servidores da Superintendência de Limpeza Urbana de Belo Horizonte adotaram a prática: agora os funcionários do local têm uma horta à sua disposição para cultivar alimentos orgânicos.

Além de dar a essas pessoas a chance de se alimentarem melhor, o órgão ainda está atuando para ter funcionários mais relaxados e satisfeitos no trabalho. Bacana, não? Com a iniciativa, alimentos orgânicos como couve, cenoura, quiabo, beterraba e pimentão são cultivados no local que, à princípio, era apenas usado para dar destino a resíduos volumosos da capital mineira.

A manutenção da horta está sob a responsabilidade de dois funcionários: Raimundo Bibliano e Raimundo Leonardo, que são operadores da Superintendência de Limpeza Urbana. A dupla providencia adubo e sementes para o espaço, que abastece os próprios funcionários da prefeitura, além de moradores da região. Mãos à horta, Belo Horizonte! 



Jéssica Miwa
Jéssica Miwa

Mãe do Gael, Googler, jornalista e cofundadora do The Greenest Post. Acredita em pequenas ações que podem mudar o mundo.

Observações

  1. Boa iniciativa, porém seria interessante se todos os funcionários fossem igualmente responsáveis pelo cultivo dos alimentos orgânicos, e não apenas os dois Raimundos que, cá entre nós, certamente são funcionários terceirizados ou, então, trata-se daqueles servidores que, como todos nós sabemos, são tidos como servidores de segunda classe.

    Cultivar alimentos orgânicos e pôr, literalmente, a mão na terra não arranca os braços de ninguém. Será que aquelas senhoras gordas da diretoria de tal instituição vão querer pôr as suas mãozinhas na terra e sujar as suas unhas perfeitamente esmaltadas? Será que o presidente e os diretores executivos desta instituição vão agachar suas bundas gordas no solo para prestigiar tal projeto? Honestamente falando, duvido muito. Historicamente, servidores públicos (salvo raríssimas exceções) “mamam nas tetas” do Estado, dificilmente lhe fornecem algo em troca de seus contracheques avolumados.

    Certamente tal função será incumbência para os Raimundos e as Marias. A meu ver, só deveria se beneficiar do consumo de tais alimentos aqueles que, de fato, contribuírem para o cultivo dos mesmos.

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