Em MG, governo troca recicláveis por vales-compra que podem ser usados em restaurantes populares e mercadinhos credenciados

Em MG, governo troca recicláveis por vales-compra que podem ser usados em restaurantes populares e mercadinhos credenciados
22 maio 2017

Na cidade de Nova Resende, em Minas Gerais, é possível “encher a sacola” de frutas e verduras com apenas R$ 2 no mercadinho local. Tudo graças ao programa Cidadão Consciente, mantido pela prefeitura desde 2008.

A iniciativa troca resíduos recicláveis por vales que podem ser usados em estabelecimentos credenciados pelo programa – entre eles, restaurantes populares e mercadinhos locais.

Qualquer morador pode levar recicláveis ao galpão do Cidadão Consciente. O material recebido é pesado e convertido para reais – de acordo com o preço de cada tipo de resíduo. O valor final é então impresso no vale, que é entregue a quem doou os recicláveis. Prático, não?

De acordo com a prefeitura, com um vale de R$ 2 é possível pagar uma refeição em um dos restaurantes populares da cidade ou ainda encher uma sacola com frutas e verduras no mercadinho local. Os bons preços são resultado de um acordo com os estabelecimentos credenciados do programa, que garante que os alimentos que comercializam sejam provenientes da horta da cidade – também mantida pela prefeitura -, barateando seu custo.

Quem aí curtiu e queria uma iniciativa igual na sua cidade?


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Débora Spitzcovsky
Débora Spitzcovsky

Débora Spitzcovsky é jornalista, formada pela Universidade Metodista de São Paulo e, desde o início da carreira, atua na área da sustentabilidade. Atualmente, é analista de comunicação sobre o tema na Duratex

Observações

  1. ESTE É O MÉTODO DE GANHAR VOTOS EMPREGADOS PELO GOVERNO LULA. MELHOR SERIA UM TRABALHO PARA TODOS.

  2. JULIO CESAR SANTOS Diz: maio 23, 2017 at 10:36 pm

    Este projeto na verdade é o que deveria ser obrigação de todas as prefeituras: dar destino correto aos materiais denominados “lixo”. As prefeituras não prestam conta de quanto custa a manutenção dos tais aterros sanitários, na verdade se tornaram uma maneira cara, ineficiente e também poluente. O certo é dar valor aos materiais, para que todo cidadão se torne um recolhedor de materiais, entregando em locais corretos e ainda ganhando por isso. Todos saem lucrando, e mais ainda o meio-ambiente.

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