Drones levam bolsas de sangue, medicamentos e vacinas a zonas remotas de Ruanda

Drones levam bolsas de sangue, medicamentos e vacinas a zonas remotas de Ruanda
02 ago 2016

Mais de 2 bilhões de pessoas ainda não possuem acesso a produtos essenciais de saúde, como sangue e vacinas, em suas comunidades em pleno século 21. Dá para acreditar? Como consequência, cerca de 3 milhões de crianças com menos de 5 anos de idade e mais de 150 mil grávidas morrem, todos os anos, em macas (precárias!) de hospitais e centros de saúde.

Os dados são da Zipline, startup que pretende combater o problema por meio da tecnologia. Como? Ela desenvolve drones que levam medicamentos, bolsas de sangue e vacinas para regiões remotas do mundo, onde não há acesso a esses recursos.

Funciona assim: os hospitais ou centros de saúde cadastrados solicitam à Zipline os materiais que precisam por meio de mensagem de texto. A startup, então, envia um drone com os produtos. O equipamento é capaz de voar a 100 km/h, com uma bagagem de até 1,5 kg (e sem piloto!). Quando chega ao seu destino, o drone abre o bagageiro e, então, a encomenda voa de paraquedas até o “quintal” dos hospitais. Entenda melhor no vídeo abaixo.

O primeiro país a participar do projeto é Ruanda, na África. Por meio de parceria com o governo federal, a Zipline já está fornecendo medicamentos, bolsas de sangue e vacinas para 20 hospitais e centros de saúde localizados em zonas rurais pobres do país. Demais, não?

Foto: Reprodução/YouTube


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Débora Spitzcovsky
Débora Spitzcovsky

Débora Spitzcovsky é jornalista, formada pela Universidade Metodista de São Paulo e, desde o início da carreira, atua na área da sustentabilidade. Atualmente, é analista de comunicação sobre o tema na Duratex

Observações

  1. Milhares de cristãos, judeus, mulheres, gays e ateus são executados no oriente médio todos os anos, apenas por recusarem se converter ao islamismo… dá pra acreditar???

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