A cidade brasileira que ganhará um conjunto habitacional para famílias de baixa renda só com casas que produzem energia solar

O Governador de São Paulo, durante entrega de casas do Programa Casa Paulista e Minha Cassa minha vida Data: 14/10/2015. Local: São Carlos/SP Foto Ciete Silvério/A2img
22 jun 2017

Produzir energia solar em casa pode – muito em breve – se tornar uma realidade muito comum. Soluções não faltam! Já contamos aqui no The Greenest Post, por exemplo, sobre startup que está popularizando a prática por meio de uma assinatura para painéis solares – como aquelas de televisão a cabo! Com apenas R$ 19,90 por mês, o consumidor pode produzir sua própria energia em casa.

Agosta, a cidade de Aparecida, localizada na região administrativa de São José dos Campos, anunciou que irá construir 62 moradias para famílias de baixa renda que contém placas fotovoltaicas para aliviar as despesas com eletricidade no fim do mês e, claro, ajudar o meio ambiente. Este será o primeiro CDHU que de fato produzirá energia – antes houveram alguns que apenas esquentavam a água com o calor do sol.

O conjunto residencial vertical ainda poderá utilizar a energia para consumo geral do condomínio e o excedente será transferido para a rede de fornecimento da distribuidora local. O relógio medidor, portanto, pode girar para os dois lados: um indica o consumo e o outro a geração de energia.

Com baixo custo de manutenção, a iniciativa é resultado de uma experiência da AES Eletropaulo com 26 moradias espalhadas pelo estado de São Paulo, que criou um sistema de compensação de energia elétrica com a rede. A geração de energia vai depender da angulação da casa em relação ao sol e do clima de cada estação.

A previsão é que as obras comecem em novembro. O investimento total será de R$ 9,3 milhões. Serão 152 módulos de placas fotovoltaicas no telhado dos quatro blocos. Estima-se que cada família economizará algo em torno de R$30 por mês. Já ajuda, não?


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Jéssica Miwa
Jéssica Miwa

Mãe do Gael, Googler, jornalista e cofundadora do The Greenest Post. Acredita em pequenas ações que podem mudar o mundo.

Observações

  1. João de Sousa Ferreira Diz: junho 23, 2017 at 4:37 pm

    …MARAVILHA… FICO IMAGINANDO, POR QUAL MOTIVO NÃO FAZEM ISSO EM TODOS OS CONJUNTOS DO PROGRAMA “MINHA CASA… ” ???

  2. Acredito que o custo benefício ainda seja pequeno comparado ao aquecedor solar. A produção da energia x custo do sistema ainda é baixo, oque encarece muito o sistema. O aquecedor ainda tem vantagem muito maior por ter um custo final bem reduzido e atacar exatamente oque mais se gasta com energia nas casas, o chuveiro elétrico.

    • Perfeito, mas se for no Sudeste. No Nordeste a grande maioria das casas não tem chuveiro elétrico. É muito quente ninguém usa isso lá. Por outro lado é o local com maior potencial para emergia solar.

  3. Gabriel Ueta Valinhos Diz: junho 24, 2017 at 7:36 am

    Mais casa de pombos para a mineirada invadir SP e cometer mais crimes e trazer costumes nojentos.

  4. Eu Tenho Projeto de construção De casas Modulares Denominado Concreto/PVC com teto Solar e ate Hoje ninguém se Interesso.Si Os interessados podem enviar e-mail para saber Mais.

  5. Não passa de um “campo de concentração” !

  6. Isso só pode ser brincadeira! O investimento total será de R$ 9,3 milhões. Serão 152 módulos de placas fotovoltaicas no telhado dos quatro blocos. Como assim???
    Eles vão gastar r$500.000 e vão embolsar o resto! Se eles pegarem R$9,300.000 e pagarem $30,00 por mês para cada família isto vai dar para pagar durante 169anos de contas pagas para as 152 famílias

  7. Julio Cesar Santos Diz: julho 13, 2017 at 9:41 pm

    Isso não é um conjunto habitacional, é um amontoado habitacional. Quem projeta isso porque não mora numa delas?

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